Mulher é presa por suspeita de vender produtos vencidos.
Influenciadora é dona de uma clínica na qual foram identificados frascos de remédios emagrecedores, anestésicos e toxina botulínica vencidos
Fotos: RedesSociais/ Fabiana Sponchiado Domenici, influenciadora de 38 anos e dona de uma clínica de estética, foi presa em flagrante pela Polícia Civil nesta sexta-feira (23/10) por suspeita de manter armazenados e comercializar medicamentos controlados e produtos estéticos vencidos em uma casa no Jardim Recreio, em Sertãozinho, no interior de São Paulo.
Na clínica de Fabiana foi encontrado um frigobar com vários frascos de remédios emagrecedores, anestésicos e toxina botulínica. Ela foi presa pelo crime contra a saúde pública e levada para a cadeia de Pradópolis, onde ficará à disposição da Justiça.
Neste sábado (24/10), a empresária passou por audiência de custódia para saber se responde pelo crime em liberdade ou na prisão.
Segundo o boletim de ocorrência, Fabiana teria negado possuir qualquer tipo de substância ilegal, mas foram encontrados quatro frascos de “T.G.15”(Tirzepatida), medicamento emagrecedor, e “toxina botulínica”. Todos estariam vencidos.
Além dessas substâncias, também foram confiscados anestésicos e outros produtos aparentemente usados em procedimentos estéticos, que também estavam vencidos.
Abordagem turbulenta
O documento relata que após a identificação dessas substâncias no frigobar, as quais Fabiana negava ter no consultório, a influenciadora “mudou a postura” e disse que ligaria para a mãe, o que foi negado pelas autoridades presentes.
A mulher então sentou-se sobre o próprio celular e, segundo o boletim, recusou-se a colaborar com a diligência.
Com isso, os policiais fizeram o uso de algemas, as quais foram retiradas minutos depois, quando a “indiciada se acalmou”.
Denúncia
Os policiais receberam informações do “Setor de Posturas” da Prefeitura Municipal de Sertãozinho de que no imóvel local dos fatos, onde funciona a clínica de estética da indiciada, poderia haver medicamentos de uso controlado, que seriam administrados de forma ilegal por ela.
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