Safra brasileira de grãos deve atingir 347,4 milhões de toneladas.
Reprodução A produção brasileira de cereais, leguminosas e oleaginosas deve alcançar o volume recorde de 347,4 milhões de toneladas em 2026, segundo dados oficiais divulgados pelo IBGE.
O montante projetado supera em 0,4% o resultado do ano passado, o que representa um incremento de 1,3 milhão de toneladas no total colhido.
Para sustentar esse crescimento, a área destinada à colheita foi expandida para 83,2 milhões de hectares, registrando uma alta de 1,9% na comparação anual.
Os pilares da produção nacional
O trio composto por soja, milho e arroz segue como o motor do agronegócio brasileiro, respondendo por 92,8% do volume total estimado e ocupando 87,4% da área de cultivo do país.
Soja: Liderança absoluta com estimativa de 174,8 milhões de toneladas.
Milho: Soma 136,5 milhões de toneladas (sendo 29,7 milhões na primeira safra e 106,8 milhões na segunda).
Arroz: Previsão de 11,2 milhões de toneladas.
Outras culturas: O levantamento destaca ainda o algodão em caroço (9,1 milhões de toneladas), o trigo (6,6 milhões) e o sorgo (5,6 milhões).
Mapa do abastecimento: regiões e estados Líderes
A distribuição regional do volume de grãos mostra a força das diferentes faixas geográficas do país:
1 - Centro-Oeste: Responsável por 49,6% do total (172,4 milhões de toneladas).
2 - Sul: Garante 26,5% da safra (92,4 milhões de toneladas).
3 - Sudeste: Participação de 8,9% (30,8 milhões de toneladas).
4 - Nordeste: Representa 8,6% (29,8 milhões de toneladas).
5 - Norte: Registra 6,4% (22,2 milhões de toneladas).
No ranking por estados, o Mato Grosso consolida sua soberania com 31,3% de toda a produção nacional.
O Paraná ocupa a segunda posição com 13,7%, seguido pelo Rio Grande do Sul com 10,7% e Goiás com 9,7%.
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