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Maringá,21/05/2026

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Um mês após desaparecimento de primas, polícia caça "Dog Dog".

Onde estão Stella e Letycia? O que se sabe sobre o sumiço das jovens que saíram para uma festa e não voltaram.

PCPR/PortalEdsonValerio
Um mês após desaparecimento de primas, polícia caça Reprodução redes sociais

O relógio marca 30 dias de uma espera que parece não ter fim. No interior do Paraná, as famílias das primas Stella Dalva Melegari Almeida e Letycia Garcia Mendes, ambas de 18 anos, vivem o pior dos pesadelos: o desaparecimento cercado de mistérios e poucas respostas. Enquanto as mães fazem apelos emocionados por qualquer notícia — "seja corpo, seja viva" —, a Polícia Civil intensifica as buscas pelo principal suspeito.
Tudo começou com um convite de Clayton Antônio da Silva Cruz, de 39 anos, conhecido como “Sagaz” ou “Dog Dog”. Clayton, que mantinha uma amizade com Letycia, convidou as jovens para uma festa que teria como destino inicial Maringá, mas acabou em Paranavaí.
As últimas pistas deixadas pelas jovens são digitais e visuais:
Imagens de segurança mostram as primas em uma casa noturna ao lado de ClaytonUma foto publicada em rede social registrou a caminhonete preta que buscou as jovens, com uma bebida sobre o capôApós cerca de duas horas no local, o rastro sumiu; no retorno, apenas o celular de Clayton emitiu sinal.
Cartaz divulgado pela Polícia Civil mostra rosto de Clayton Antônio da Silva Cruz, principal suspeito de envolvimento no caso de jovens desaparecidas no ParanáA investigação revelou que Clayton não é um desconhecido da justiça. Foragido desde 2023 por roubo e com sete anos de prisão por tráfico no currículo, ele se escondia em Cianorte sob o nome falso de "David".
A inteligência policial só conseguiu identificá-lo após o início das apurações sobre o sumiço das jovens.
Nos últimos dias, a polícia deu um passo importante ao prender temporariamente a ex-companheira de Clayton, em Paraguassu Paulista (SP), suspeita de dar suporte financeiro à sua fuga
Mesmo com buscas em áreas de mata e diversas denúncias anônimas, o paradeiro de Stella e Letycia permanece uma incógnita que desafia as autoridades e tortura o coração de duas famílias paranaenses.




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