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Maringá,14/05/2026

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Contrabando de emagrecedores cresce na fronteira.

Apreensões de remédios sem autorização da Anvisa e celulares preocupam forças de segurança

Policiafederal/PortaledsonValerio
Contrabando de emagrecedores cresce na fronteira. Forças de segurança atuando contra o contrabando/PF/RF

O contrabando de remédios emagrecedores e celulares continua sendo uma das principais preocupações das forças de segurança na fronteira entre o Brasil e o Paraguai.
Operações realizadas em Guaíra e em outras cidades da região têm resultado em apreensões frequentes de produtos transportados de forma ilegal para o território brasileiro.
Segundo autoridades, medicamentos sem autorização da Anvisa e aparelhos eletrônicos entram clandestinamente no país por rotas utilizadas por organizações criminosas que atuam na faixa de fronteira.
Produtos são transportados de várias formas
As mercadorias ilegais são levadas para o Brasil por diferentes meios. Muitos produtos são encontrados em veículos, ônibus, embarcações e até escondidos em cargas diversas, numa tentativa de burlar a fiscalização.
A região de fronteira é considerada estratégica para esse tipo de crime por causa da proximidade com o Paraguai e da grande circulação de pessoas, cargas e veículos.
As forças de segurança têm intensificado ações de patrulhamento, fiscalização e abordagem para tentar reduzir a entrada irregular desses produtos.
Remédios emagrecedores preocupam autoridades sanitárias
Entre os produtos mais apreendidos estão os remédios emagrecedores, que têm alta procura no mercado ilegal por causa do preço mais baixo no país vizinho.
O problema é que muitos desses medicamentos entram no Brasil sem registro, sem controle de qualidade e sem autorização da Anvisa. Isso representa risco direto à saúde de quem consome.
Especialistas alertam que medicamentos sem procedência podem conter substâncias proibidas, dosagens inadequadas ou componentes não informados no rótulo. O uso sem acompanhamento médico pode provocar efeitos graves, principalmente em pessoas com problemas cardíacos, pressão alta, ansiedade, diabetes ou outras condições de saúde.
Celulares ilegais causam prejuízo ao comércio e aos cofres públicos
Outro item frequentemente encontrado nas apreensões é o celular contrabandeado. Esses aparelhos chegam ao Brasil sem o pagamento correto de impostos e sem passar pelos canais legais de importação.
Além de causar prejuízos milionários aos cofres públicos, a prática atinge diretamente o comércio formal, que paga tributos, segue regras de garantia e precisa competir com produtos vendidos de forma irregular.
O contrabando de eletrônicos também fortalece redes criminosas que atuam com transporte, distribuição e revenda de mercadorias ilegais em diferentes regiões do país.
Fiscalização segue reforçada na fronteira
A Receita Federal, a Polícia Federal, a Polícia Rodoviária Federal e outras forças de segurança seguem intensificando as fiscalizações em cidades fronteiriças.
O objetivo é combater a entrada irregular de produtos vindos do Paraguai, desarticular rotas usadas por criminosos e proteger tanto a saúde da população quanto a economia formal.
As autoridades orientam que a população evite comprar medicamentos sem procedência ou eletrônicos sem nota fiscal, já que, além dos riscos de saúde e prejuízos ao consumidor, esse tipo de compra ajuda a alimentar o mercado ilegal.




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