Polícia prende avô suspeito de cometer abusos contra neta.

Avô de 83 anos é preso suspeito de abusar sexualmente da própria neta em Apucarana

PCPR/Apucarana/
Polícia prende avô suspeito de cometer abusos contra neta. Frame do canal 38/

Uma conversa entre mãe e filha revelou uma suspeita de abuso sexual infantil que terminou com a prisão preventiva de um homem de 83 anos, em Apucarana, no Norte do Paraná. O homem é investigado por praticar atos libidinosos contra a própria neta, que teria sido vítima de abusos em diferentes ocasiões.

A prisão foi cumprida pela Polícia Civil após investigação conduzida pela delegada Luana Lopes, da Delegacia da Mulher de Apucarana.

Antes de revelar o que estaria acontecendo, a menina apresentava dores abdominais frequentes e sinais de ansiedade.
Sem uma causa física identificada para os sintomas, a mãe havia procurado acompanhamento psicológico para a filha.
A suspeita surgiu quando as duas conversavam sobre uma roupa.
Ao orientar a criança a usar um short por baixo do vestido, a mãe ouviu um relato inesperado: a menina contou que o avô tocava suas partes íntimas.

Criança relatou que os abusos teriam ocorrido várias vezes

Depois da revelação, a menina passou por escuta especializada, durante a qual relatou outros episódios atribuídos ao avô materno.
Segundo a delegada Luana Lopes, a investigação identificou relatos de abusos que teriam ocorrido principalmente quando a criança permanecia na casa dos avós.
O suspeito costumava buscar a neta na escola e passar parte do tempo com ela na residência da família. Conforme o depoimento da criança, os atos teriam acontecido em diferentes momentos dessa convivência.
As informações reunidas pela Polícia Civil fundamentaram o pedido de prisão preventiva apresentado à Justiça.

Justiça autorizou prisão preventiva do avô

Com a autorização judicial, os policiais cumpriram o mandado contra o idoso de 83 anos, que foi encaminhado ao sistema prisional e permanece à disposição da Justiça. A delegada confirmou que o investigado é avô materno da criança.
A Polícia Civil
não divulgou a idade exata da menina nem sua identidade, preservando a vítima.




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