Mistura de medicamentos pode elevar a pressão.
Anti-inflamatórios e descongestionantes podem interferir no controle da pressão
Reprodução Medicamentos vendidos sem receita também podem interferir no tratamento da hipertensão.
Anti-inflamatórios, descongestionantes e algumas fórmulas utilizadas contra gripe, dor ou enxaqueca exigem atenção especial de quem toma remédios para controlar a pressão.
O risco depende do medicamento, da dose, do tempo de uso e das condições clínicas de cada paciente. Por isso, a orientação não é interromper tratamentos por conta própria, mas informar ao médico ou farmacêutico todos os produtos utilizados, incluindo suplementos.
Anti-inflamatórios podem reduzir efeito do tratamento
O cardiologista Roberto Yano, de Indaiatuba, em São Paulo, destaca medicamentos como ibuprofeno e diclofenaco.
Esses anti-inflamatórios podem favorecer a retenção de líquidos, elevar a pressão e reduzir o efeito de alguns anti-hipertensivos. O uso também pode sobrecarregar os rins, principalmente em pacientes idosos, desidratados ou com doença renal. Isso não significa que todo hipertenso esteja proibido de utilizar essas substâncias. A necessidade, a duração e a segurança do tratamento devem ser avaliadas por um profissional.
Descongestionantes podem elevar a pressão
Fórmulas contra gripes, resfriados e congestão nasal podem conter substâncias vasoconstritoras, como a pseudoefedrina.
Esses componentes reduzem o inchaço dos vasos sanguíneos do nariz, mas também podem elevar a pressão arterial e acelerar os batimentos cardíacos.
O cuidado deve ser maior com medicamentos “multissintomas”, que podem reunir descongestionante, analgésico e antialérgico em uma única fórmula. A composição precisa ser conferida antes do uso.
Outros medicamentos que exigem avaliação
Conforme o cardiologista, também merecem atenção:
Determinados antidepressivos;
Corticoides;
Alguns medicamentos utilizados contra enxaqueca;
Fórmulas que alteram os níveis de potássio ou sódio;
Produtos que aumentam o risco de sangramento.
As interações variam conforme os princípios ativos envolvidos. Por isso, não é possível estabelecer uma proibição geral para todos os pacientes.
Combinação inadequada pode afetar outros órgãos
Uma interação medicamentosa pode provocar elevação ou queda excessiva da pressão, tontura, desmaio e alterações na frequência cardíaca.
Os efeitos também podem atingir os rins, fígado e sistema nervoso. Quando a pressão permanece elevada e sem controle, aumenta o risco de complicações como acidente vascular cerebral, infarto e insuficiência cardíaca. A queda acentuada da pressão, por outro lado, pode comprometer a circulação e provocar fraqueza, tontura ou perda de consciência.
Não suspenda medicamentos por conta própria
O paciente não deve retirar o anti-hipertensivo, modificar a dose ou substituir um remédio sem orientação.
Antes de utilizar um medicamento novo, mesmo que seja vendido sem receita, é importante apresentar ao médico ou farmacêutico a relação completa dos produtos já usados.Medicamentos vendidos sem receita também podem interferir no tratamento da hipertensão.
Anti-inflamatórios, descongestionantes e algumas fórmulas utilizadas contra gripe, dor ou enxaqueca exigem atenção especial de quem toma remédios para controlar a pressão.
O risco depende do medicamento, da dose, do tempo de uso e das condições clínicas de cada paciente. Por isso, a orientação não é interromper tratamentos por conta própria, mas informar ao médico ou farmacêutico todos os produtos utilizados, incluindo suplementos.
Anti-inflamatórios podem reduzir efeito do tratamento
O cardiologista Roberto Yano, de Indaiatuba, em São Paulo, destaca medicamentos como ibuprofeno e diclofenaco.
Esses anti-inflamatórios podem favorecer a retenção de líquidos, elevar a pressão e reduzir o efeito de alguns anti-hipertensivos. O uso também pode sobrecarregar os rins, principalmente em pacientes idosos, desidratados ou com doença renal.
Isso não significa que todo hipertenso esteja proibido de utilizar essas substâncias. A necessidade, a duração e a segurança do tratamento devem ser avaliadas por um profissional.
Descongestionantes podem elevar a pressão
Fórmulas contra gripes, resfriados e congestão nasal podem conter substâncias vasoconstritoras, como a pseudoefedrina.
Esses componentes reduzem o inchaço dos vasos sanguíneos do nariz, mas também podem elevar a pressão arterial e acelerar os batimentos cardíacos.
O cuidado deve ser maior com medicamentos “multissintomas”, que podem reunir descongestionante, analgésico e antialérgico em uma única fórmula. A composição precisa ser conferida antes do uso.
Outros medicamentos que exigem avaliação
Conforme o cardiologista, também merecem atenção:
Determinados antidepressivos;
Corticoides;
Alguns medicamentos utilizados contra enxaqueca;
Fórmulas que alteram os níveis de potássio ou sódio;
Produtos que aumentam o risco de sangramento.
As interações variam conforme os princípios ativos envolvidos. Por isso, não é possível estabelecer uma proibição geral para todos os pacientes.
Combinação inadequada pode afetar outros órgãos
Uma interação medicamentosa pode provocar elevação ou queda excessiva da pressão, tontura, desmaio e alterações na frequência cardíaca.
Os efeitos também podem atingir os rins, fígado e sistema nervoso. Quando a pressão permanece elevada e sem controle, aumenta o risco de complicações como acidente vascular cerebral, infarto e insuficiência cardíaca.
A queda acentuada da pressão, por outro lado, pode comprometer a circulação e provocar fraqueza, tontura ou perda de consciência.
Não suspenda medicamentos por conta própria
O paciente não deve retirar o anti-hipertensivo, modificar a dose ou substituir um remédio sem orientação.
Antes de utilizar um medicamento novo, mesmo que seja vendido sem receita, é importante apresentar ao médico ou farmacêutico a relação completa dos produtos já usados. Dor no peito, falta de ar, desmaio, confusão, fraqueza súbita ou dor de cabeça intensa exigem avaliação médica imediata.
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