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Maringá,28/02/2026

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Pais se arrependem e mudam nome da filha

Crescer/
Pais se arrependem e mudam nome da filha Fotos: Reprodução/Today

Isabel Wherry, de Illinois, nos Estados Unidos, não é nenhuma novata em dar nomes a bebês. Ela já havia escolhido o nome de três filhos antes da chegada do quarto, em janeiro de 2024.
Mas algumas semanas depois de trazer seu bebê mais novo para casa do hospital, ela começou a achar que havia cometido um erro e resolveu mudá-lo. Seu vídeo viral descrevendo o processo de mudança do nome do bebê já acumulou mais de 3 milhões de visualizações.
Ela e o marido, Alex, tinham uma rotina para escolher o nome de cada bebê durante a gravidez. Eles não descobriram o sexo de nenhum dos filhos — os gêmeos Harlow e Myles, de 6 anos, e Aspen, de 3 anos — com antecedência. Em todos os casos, eles iam ao hospital com seus nomes favoritos, além de algumas opções alternativas, e passavam alguns dias com os recém-nascidos antes de bater o martelo.
“Mas é claro que isso não funcionou para nós desta vez”, diz ela, rindo. Havia um pouco de pressão extra com o quarto filho, porque o casal suspeitava que seria o último bebê.
“Passamos a maior parte da gravidez planejando, independentemente de ser menino ou menina, que o bebê se chamaria Calihan”, explica Isabel. Mas, no último mês de gravidez, Isabel teve certeza de que era uma menina e mudou Oakley Mae para o primeiro lugar no ranking de nomes femininos.
No entanto, logo após o bebê chegar em casa, ela se arrependeu da escolha: "Eu gostaria que tivéssemos mantido Calihan e escolhido o nome que gostávamos desde o início".
'Eu sei que fiz a escolha certa'
Ela ligou para o hospital para saber como mudar o nome do bebê de Oakley para Calihan, mas acabou adiando o início do processo legal por cerca de seis meses. “Eu ficava indecisa, não conseguia”, disse.
Isabel “começou a ouvir Oakley em todo lugar”, o que, segundo ela, intensificou suas dúvidas sobre o nome. "Quero algo mais exclusivo e estou ouvindo Oakley em todo lugar agora, então acho que isso é realmente um sinal de que quero mudar o nome dela para o que tínhamos originalmente", explicou.
Quando o bebê tinha 7 meses de idade, ela finalmente entrou em contato com o tribunal para iniciar o processo de mudança de nome. Após uma petição, uma pequena taxa e uma visita ao tribunal, Oakley Mae Wherry tornou-se oficialmente Calihan (Cali) Mae Wherry em 30 de dezembro de 2024.

“Agora que ela se chama Cali, eu nunca penso: ‘Ah, ela deveria ter continuado com Oakley’”, diz Isabel. “Eu sei que fiz a escolha certa. Cali definitivamente deveria ser o nome dela.”
Embora alguns amigos e familiares tenham ficado “chocados” (ou achado que estavam brincando), ela se sentiu validada ao ouvir quantas outras pessoas também mudaram o nome de seus bebês. Ela incentiva outros pais que têm dúvidas sobre o nome do bebê a "seguirem o coração": "Se isso está incomodando vocês, obviamente existe um motivo, e o processo não é tão intimidante quanto pode parecer."
Pode mudar o nome do bebê após registro no Brasil?
A resposta é sim. A Lei Federal nº 14.382/22, em vigor desde junho de 2022, modificou a Lei de Registros Públicos e ampliou as possibilidades de alteração de nomes e sobrenomes.

Até 15 dias após o registro, os pais podem mudar o nome do recém-nascido caso decidam por outro. Após esse período, a alteração só poderá ser feita pelo próprio indivíduo ao completar 18 anos.
O processo ocorre de forma direta no cartório, sem necessidade de justificativa, ação judicial ou contratação de advogados. Há uma taxa a ser paga, com valor tabelado por lei e variação conforme o estado. A norma também corrige situações em que a mãe, impossibilitada de ir ao cartório após o parto, tem o nome escolhido para a criança alterado pelo pai ou outro declarante.




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