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Maringá,02/04/2026

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Suspenso salário de 48 mil de procurador preso.

O procurador federal Virgilio Oliveira Filho, apontado como peça-chave no esquema conhecido como a "Farra do INSS", teve seu salário de R$ 48 mil mensais suspenso

AGR/Metropole/portalEdsonValerio
Suspenso salário de 48 mil de procurador preso. Reprodução/TV Senado/

A Advocacia-Geral da União (AGU) oficializou a suspensão da remuneração do procurador federal Virgilio Oliveira Filho. O servidor, que faz parte dos quadros da instituição desde 2006, está preso preventivamente desde novembro do ano passado sob a acusação de envolvimento direto no esquema de descontos indevidos em benefícios de aposentados e pensionistas.
Virgilio recebia um salário base de R$ 32,4 mil, que somado aos honorários de aproximadamente R$ 15 mil, totalizava uma renda mensal de R$ 48 mil. O entendimento dos órgãos internos da AGU foi de que a restrição de liberdade, por impedir o exercício das funções e causar ausência ao serviço, justifica a interrupção imediata dos pagamentos. A prisão foi decretada pelo ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF).
O procurador assumiu o cargo de procurador-geral do INSS justamente no auge das irregularidades. As investigações apontam que ele teria recebido cerca de R$ 11,9 milhões em propinas de empresas ligadas às associações que realizavam os descontos fraudulentos. Até o momento, a defesa de Virgilio Oliveira Filho não se manifestou sobre a suspensão dos vencimentos.





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