Ecoponto de Sarandi volta a ser alvo de cobranças.
Thay Menegazze cobra explicações sobre fechamento prolongado do Ecoponto de Sarandi
Reprodução Redes Sociais. O Ecoponto de Sarandi, na Região Metropolitana de Maringá, continua fechado mais de nove meses depois de a Prefeitura anunciar, em janeiro, a suspensão temporária do atendimento para adequações. A demora na retomada do serviço voltou a ser questionada pela vereadora Thay Menegazze, que cobra explicações da administração municipal sobre as providências adotadas e a previsão de reabertura.
A parlamentar levou o assunto à tribuna da Câmara Municipal, destacando a importância do Ecoponto para o descarte adequado de resíduos. A preocupação envolve tanto a necessidade de restabelecer o atendimento à população quanto as condições de funcionamento do espaço, que já haviam provocado reclamações de moradores da região.
Os problemas não são recentes. Em setembro de 2025, Thay apresentou um requerimento solicitando esclarecimentos sobre o funcionamento do Ecoponto, localizado no Jardim Verão. Na ocasião, moradores relatavam a presença de roedores, excesso de poeira, riscos à saúde e dificuldades respiratórias atribuídas às condições do local.
O documento também questionava a existência de um cronograma de limpeza e higienização, medidas de controle de pragas, instalação de barreiras para reduzir a poeira e estudos técnicos sobre possíveis impactos ambientais e sanitários. A solicitação foi aprovada por unanimidade na Câmara.
Nova cobrança pede explicações sobre a reabertura
A vereadora voltou a tratar do assunto por meio de requerimento apresentado em 23 de outubro. O documento solicita que a Prefeitura informe se existe viabilidade de reativar o Ecoponto e quais medidas precisam ser executadas para que o serviço volte a funcionar.
Thay também chama a atenção para a necessidade de oferecer à população um local apropriado para o descarte de materiais inservíveis. A ausência dessa alternativa é uma preocupação relacionada ao descarte irregular em terrenos baldios, vias públicas e fundos de vale.
A posição defendida pela parlamentar é que o Ecoponto volte a atender os moradores, mas com estrutura adequada, segurança e condições que não prejudiquem as famílias que vivem nas proximidades.
Prefeitura ainda não informou prazo para retomada
Apesar das cobranças feitas ao longo dos últimos meses, ainda não há uma data de reabertura confirmada nas informações disponíveis.
O requerimento mais recente da vereadora aparece nos registros da Câmara como aguardando resposta do Poder Executivo, sem ofício de manifestação da Prefeitura registrado até a consulta realizada nesta quarta-feira (28).
A situação mantém em aberto duas questões apresentadas pela parlamentar: quais adequações foram efetivamente realizadas desde o fechamento, em janeiro, e quando o Ecoponto poderá voltar a receber os materiais descartados pela população.
O serviço permanece suspenso, enquanto a cobrança por uma solução continua na Câmara Municipal.
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