PC prende 13 pessoas em fábrica FAKE.

Galpão, na Grande São Paulo, produzia réplicas de cosméticos da marca WePink

Paulo Pacheco/TMC/edsonvalerio.com.br
PC prende 13 pessoas em fábrica FAKE. Reprodução

Polícia Civil deflagrou uma operação na noite de ontem (02/09) e prendeu 13 pessoas envolvidas em uma fábrica clandestina que falsificava cosméticos da marca WePink, cofundada pela influenciadora Virginia Fonseca.
O galpão estava instalado em Itaquaquecetuba, na Grande São Paulo.

Com autorização judicial para buscas e apreensões no endereço investigado, os agentes localizaram no interior do imóvel equipamentos, maquinário, insumos, além de embalagens, rótulos, etiquetas e recipientes idênticos aos utilizados pela WePink.

Reincidência entre os presos

Entre os detidos, havia pessoas com passagem recente por crime semelhante.
A Polícia Civil informou que alguns dos 13 presos já tinham sido capturados em junho deste ano em outro estabelecimento clandestino dedicado igualmente à falsificação de produtos da WePink. Naquela ocasião, a Justiça permitiu que respondessem ao processo em liberdade.
Diante da reincidência de parte do grupo, a polícia pretende pedir a conversão das prisões em flagrante em prisão preventiva, medida que mantém o suspeito detido durante a investigação, sem necessidade de condenação prévia.

O dono da fábrica não foi localizado e segue sendo procurado pela Polícia Civil.

Venda em redes sociais e no Brás

Os cosméticos falsificados eram vendidos tanto por redes sociais quanto na Feira da Madrugada, no bairro do Brás, em São Paulo, combinando canais digitais com um dos maiores polos de comércio popular da capital paulista.

Os 13 detidos foram identificados como: Daniele dos Santos Stopa, Rodrigo Porfírio Camargo, Kimberli Marcela Carvalho Dias, Filipe Ferreira de Carvalho, Jesse Lass Santos, Nicole Nunes Caldas, Anna Karolina Pereira Porto, Letícia Ferreira da Silva, Levi Vitor da Silva Pereira, Vinícius Henrique Caetano Garrido, Henrique Camargo Vilaça, Jéssica Silva de Souza e Vinícius da Silva Prado.

O caso foi encaminhado ao 1° Cerco, a Central Especializada de Repressão a Crimes e Ocorrências Diversas, unidade vinculada à Delegacia Seccional localizada no centro da capital paulista.




COMENTÁRIOS

Buscar

Alterar Local

Anuncie Aqui

Escolha abaixo onde deseja anunciar.

Efetue o Login

Recuperar Senha

Baixe o Nosso Aplicativo!

Tenha todas as novidades na palma da sua mão.