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Maringá,03/06/2026

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Ocupação sob viaduto afeta mais de 250 famílias

TaraboaNews/PortalEdsonValerio
Ocupação sob viaduto afeta mais de 250 famílias Reprodução TV TAROBA/

Moradores de condomínios localizados nas proximidades da Avenida Clarice de Lima Castro, na região norte de Londrina, estão cobrando providências do poder público diante de problemas registrados em uma área sob um pontilhão da localidade.
Segundo relatos da comunidade, o espaço vem sendo utilizado há cerca de dois anos como abrigo improvisado por pessoas em situação de vulnerabilidade social.
A situação tem gerado reclamações relacionadas à saúde pública, segurança e conservação urbana.
Uma das principais queixas envolve a realização frequente de fogueiras e queima de materiais sob a estrutura.
A fumaça produzida no local estaria atingindo os apartamentos vizinhos, obrigando moradores a manter portas e janelas fechadas durante boa parte do dia.
De acordo com os residentes, o problema afeta principalmente crianças, idosos e pessoas com doenças respiratórias, que enfrentam dificuldades devido à exposição constante à fumaça.
Além dos impactos na qualidade de vida, moradores relatam prejuízos causados por furtos registrados na região.
Um dos episódios mais recentes envolveu o rompimento do muro de um condomínio para a retirada de cabos de energia e fibra óptica, que posteriormente teriam sido queimados para a extração de cobre.
A ação provocou a interrupção dos serviços de internet por aproximadamente dois dias, afetando dezenas de famílias.
Outro ponto apontado pela comunidade é o acúmulo de lixo e entulhos no entorno do pontilhão. Moradores também afirmam que a área tem sido utilizada para consumo de drogas, aumentando a sensação de insegurança entre quem vive na região.
Segundo os relatos, somente um dos residenciais afetados abriga 256 apartamentos, o que representa centenas de famílias impactadas pela situação.
Diante das reclamações, os moradores defendem a criação de uma força-tarefa integrada envolvendo a Prefeitura, a assistência social e as forças de segurança.
A proposta é promover o atendimento adequado às pessoas em situação de rua, além de reforçar a fiscalização e a segurança no local.
A comunidade aguarda uma resposta dos órgãos responsáveis para buscar soluções que conciliem o acolhimento social com a preservação da segurança e da qualidade de vida dos moradores da região.




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