Cláudio Viola relembra trajetória no rádio, amizade e os tempos marcantes da comunicação maringaense
O rádio maringaense tem personagens que ajudaram a construir sua história com voz, talento, criatividade e paixão pela comunicação. Um deles é Cláudio Viola, profissional conhecido por sua trajetória como redator, locutor, comentarista esportivo, compositor musical e também pelo carinho com a música, especialmente quando o assunto é violão e roda de samba.
Em entrevista a Edson Valério, Viola relembrou momentos importantes de sua caminhada profissional e pessoal. Os dois trabalharam juntos no fim dos anos 1980 e início dos anos 1990, período marcado por grandes amizades, programas musicais de forte audiência e uma fase especial do rádio em Maringá.
Durante a conversa, Cláudio Viola contou de onde surgiu seu apelido, falou sobre os bastidores das emissoras da época e recordou sua estreia no rádio, no início dos anos 1980, com a chegada da Rádio Maringá FM, uma das primeiras emissoras em frequência modulada da cidade. Integrante da equipe inaugural, instalada no Edifício Três Marias, Viola viveu o auge dos programas musicais e marcou época com atrações como o Maringá by Night, dedicado à música romântica e aos flashbacks.
Aposentado, mas ainda atuante, Cláudio Viola segue contribuindo com a comunicação regional. Atualmente, escreve para o Jornal do Povo e colabora com O Maringá, mantendo viva a relação com a notícia, a opinião e a memória da cidade.
A entrevista também trouxe reflexões sobre vida, amizade e serenidade. Com a tranquilidade de quem olha para a própria história com gratidão, Viola resumiu sua filosofia em uma frase marcante: “Não tenho medo de morrer, tenho medo de viver errado. O que peço é serenidade para continuar vivendo da forma certa.”
Uma conversa especial, carregada de memória, emoção e reconhecimento a quem fez parte de uma fase inesquecível do rádio maringaense.
COMENTÁRIOS