Empregadores são incluídos na Lista Suja do trabalho.
Empresas de Salgado Filho e Ivaté figuram entre as empresas que submetem trabalhadores a condições análogas à escravidão
Imagens: Ilustrativa Foi divulgada nesta semana, a atualização semestral da Lista Suja do trabalho análogo à escravidão.
O Paraná teve dois empregadores mencionados: um na cidade de Salgado Filho, no sudoeste e outra em Ivaté, no noroeste.
Foram incluídos 82 novos registros em 21 Estados, segundo o Ministério do Trabalho e Emprego (MTE).
Conforme a pasta, houve redução de aproximadamente 51,48% em relação à atualização anterior.
Do total, 54 são pessoas físicas e 28, pessoas jurídicas.
Minas Gerais concentra o maior número de ocorrências, com 19 casos, seguido pela Bahia, com oito. Amazonas e Maranhão registram seis ocorrências cada.
Os ramos que mais submetem trabalhadores a condições análogas à escravidão são: criação de gado de corte, serviços domésticos, carvoarias, colheita de café e construção civil.
Os novos casos incluídos no Cadastro envolvem 553 trabalhadores vítimas.
No Paraná são nove vítimas, conforme a Lista.
No município de Salgado Filho foram identificados dois trabalhadores na Linha Concórdia, zona rural, e pertence a Davison Junior Tedesco.
Em Ivaté foram identificadas sete vítimas em uma empresa que pertence a Dirceu Silveira Dias.
Os nomes dos empregadores ficarão no cadastro por dois anos.
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