Foragido por assassinato no Paraná é preso.
“Pastor Paulo” é preso quatro anos após morte de empresário em Ponta Grossa
Reprodução PRF/Alagoas/ O homem acusado de coordenar o assassinato do empresário José Claiton Leal Machado, registrado em Ponta Grossa, foi preso na noite de sexta-feira (18), durante uma abordagem na BR-101, em São Miguel dos Campos, Alagoas.
O investigado foi identificado pela Polícia Civil como Paulo S. D. S., conhecido como “Pastor Paulo”. Contra ele havia uma ordem judicial relacionada ao homicídio registrado em 19 de abril de 2022.
Suspeito apresentou documento falso
A prisão ocorreu durante um bloqueio realizado pela Polícia Rodoviária Federal. No momento da abordagem, Paulo teria apresentado um documento falso aos agentes.
Além do cumprimento da ordem judicial pelo homicídio, ele foi autuado em flagrante pelo uso do documento.
O investigado permanece à disposição da Justiça para o prosseguimento dos procedimentos legais.
Polícia aponta coordenação do crime
As investigações conduzidas pelo Setor de Homicídios da 13ª Subdivisão Policial de Ponta Grossa apontam que Paulo teria atuado na coordenação do assassinato.
Conforme a Polícia Civil, o empresário Oseias G. D. M. é apontado na investigação como o suposto mandante do homicídio.
Paulo já havia sido indiciado e pronunciado pelo crime. A pronúncia é a decisão judicial que determina que o acusado seja submetido a julgamento pelo Tribunal do Júri.
Polícia havia tentado prendê-lo em São Paulo
As equipes policiais monitoravam o paradeiro do foragido e realizavam diligências para localizá-lo.
Em 12 de agosto de 2026, policiais civis do Paraná, com apoio da Polícia Militar de São Paulo, tentaram prendê-lo em uma cobertura pertencente ao investigado, na cidade de Praia Grande, no litoral paulista.
Ele não foi localizado naquela ocasião.
Operação envolveu forças de cinco estados
A localização no estado de Alagoas aconteceu depois do compartilhamento de informações entre as polícias civis do Paraná, São Paulo, Bahia e Alagoas, além da Polícia Rodoviária Federal.
Após a prisão, o acusado foi encaminhado ao sistema prisional e à disposição do Poder Judiciário responsável pelo processo.
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