Sergio Moro protocola hoje plano de governo.
Plano de governo de Moro reúne 6,3 mil sugestões dos 399 municípios do Paraná
Foto: DIRCEU PORTUGAL/FOTOARENA/ A equipe do candidato ao Governo do Paraná Sergio Moro (PL) informou que o plano de governo da campanha deverá ser protocolado na Justiça Eleitoral nesta sexta-feira (14).
A apresentação ocorre após uma ação que questiona a candidatura de Moro ao Palácio Iguaçu justamente pela ausência do documento na página do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
Segundo a campanha, o plano foi elaborado a partir de um processo de participação popular que reuniu 6.338 sugestões enviadas pelos 399 municípios do Paraná.
Além das contribuições da população, a elaboração contou com documentos e propostas de mais de 100 entidades e a participação de mais de 200 especialistas técnicos de diferentes áreas.
Campanha diz ter usado participação popular como método
A metodologia adotada pela equipe é resumida no conceito “Não é discurso. É método”.
De acordo com a campanha, as sugestões foram organizadas por município e região para identificar as principais demandas de cada localidade.
Posteriormente, as contribuições foram cruzadas com propostas técnicas e submetidas a análises de viabilidade e impacto orçamentário.
“Este é um plano que nasceu ouvindo, não discursando. Antes de escrever uma proposta, fomos ouvir. Percorremos o Paraná para que este plano de governo carregasse a voz de quem vive o Estado”, afirmou Moro.
O candidato disse ainda que a intenção foi evitar a elaboração de um documento baseado apenas em diagnósticos gerais e destacou que as contribuições foram analisadas considerando as características de cada município.
Mais de 100 entidades participaram
Entre as instituições citadas pela campanha como participantes do processo estão Sistema Fiep, FAEP/SENAR-PR, Fetranspar, Ocepar, Uopeccan, Femipa, CRM-PR, AMP, Feapaes-PR, POD e Agência de Desenvolvimento do Sudoeste, além de sindicatos rurais de diferentes regiões do Estado.
Segundo a equipe, cada proposta passou por uma análise de exequibilidade e orçamento antes de ser incluída na versão final do plano.
A coordenação do trabalho ficou sob responsabilidade do pré-candidato a vice-governador, Edson Vasconcelos.
Para ele, o objetivo foi combinar as demandas apresentadas pela população com avaliações técnicas capazes de transformar as sugestões em propostas de governo.
“O grande diferencial foi transformar a escuta em método. Cada contribuição foi analisada ponto a ponto.
Ouvimos a população, reunimos especialistas e cruzamos as demandas com propostas técnicas para que o plano tivesse aderência real às prioridades de cada região”, afirmou Vasconcelos.
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