Corinthians estuda retomar conversas com Memphis

Pressão de patrocinadores faz mandatário repensar sobre renovação com craque holandês

LUIS FABIANI/BAND
Corinthians estuda retomar conversas com Memphis Memphis Depay, atacante do Corinthians. Foto: Rodrigo Coca / Corinthians

A decisão do Corinthians em não renovar com Memphis Depay desagradou parte dos patrocinadores do clube.
Por isso, o presidente Osmar Stabile está sendo pressionado para repensar sobre a desistência e retomar as conversas com o atacante holandês.
Após toda a repercussão negativa do caso, a reportagem apurou que dois patrocinadores demonstraram seu descontentamento: Ezze Seguros e Esportes da Sorte.
A primeira, inclusive, diminuiu o ritmo nas conversas pela renovação contratual com o Corinthians.
Agora, Osmar Stabile estuda a possibilidade de retomar as negociações com o jogador, que já havia se colocado favorável a todas as exigências feitas pelo Timão.
No entanto, a relação com Memphis Depay tem sido motivo de temor por parte da diretoria.
Após a decisão de não renovar, o craque usou as redes sociais para lamentar o ocorrido e pode processar o clube, cobrando até R$ 180 milhões.
Para que o contrato não fosse renovado, o Corinthians alegou que o principal tópico é a saúde financeira do clube.
Por esse motivo, a Fatal Fans, nova patrocinadora do clube, colocou-se à disposição para colocar um aditivo financeiro no atual contrato.
De acordo com a apuração da reportagem, a empresa ofereceu R$ 5 milhões para este acordo que vai cobrir os custos do atacante.
Dívida com Memphis Depay
O clube alvinegro possui um débito de R$ 42 milhões com o holandês e corre o risco de sofrer um novo transfer ban da Fifa caso o atleta decida acionar a entidade máxima do futebol.
Memphis Depay decidiu acionar a Justiça e pretende cobrar do clube não apenas a dívida original de cerca de R$ 75 milhões (com juros e correções por atrasos), mas também o valor integral do novo contrato que o presidente Osmar Stabile desistiu de assinar.
Com a exigência de mais R$ 102 milhões pelo descumprimento do acordo verbal e formalizado, o montante total exigido pode atingir R$ 180 milhões.




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