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Maringá,17/04/2026

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Criminosos miram hidrômetros em Sarandi .

Moradores denunciam insegurança em imóveis vazios

AutarquiasAguasdeSarandi/MaringaPost/PortalEdsonValerio
Criminosos miram hidrômetros em Sarandi . Imagem: Reprodução-ILUSTRATIVA

Um vídeo que vem circulando nas redes sociais acendeu o alerta entre moradores de Sarandi. As imagens mostram o momento após o furto de um hidrômetro em uma residência no Jardim dos Ipês — um cenário que, segundo relatos, tem se repetido com frequência no bairro.
De acordo com quem registrou a situação, o imóvel estava pronto, mas ainda desocupado, possivelmente aguardando venda ou novos moradores. Essa condição, aliada à ausência de vigilância, tem tornado essas casas alvos fáceis para criminosos.
Moradores apontam que a forma como os hidrômetros vêm sendo instalados contribui diretamente para o problema. Em muitos casos, os equipamentos ficam na parte externa dos quintais, o que facilita o acesso e a retirada rápida.
A preocupação não é isolada. A própria Polícia Civil de Sarandi confirma que registros desse tipo de crime têm sido feitos praticamente todos os dias. O objetivo dos criminosos não é o uso do equipamento em si, mas sim os materiais que o compõem.
Hidrômetros mais antigos, por exemplo, possuem ligas metálicas valorizadas no mercado clandestino. Partes feitas de latão e bronze — que contêm cobre — acabam sendo as mais visadas, justamente pelo alto valor de revenda. Além disso, componentes internos também podem conter cobre puro, o que aumenta ainda mais o interesse dos furtadores.
Nas redes sociais, moradores relatam situações semelhantes e cobram mudanças.
“Loteamento do Ipê está do mesmo jeito”, comentou uma internauta
“Isso tinha que ficar como antigamente, dentro do quintal. Do jeito que está, só facilita para ladrão”, criticou outra moradora.
A Autarquia Águas de Sarandi também confirmou o aumento expressivo nos casos. Entre 1º de janeiro de 2025 e 1º de janeiro de 2026, foram registrados 195 atendimentos relacionados ao furto de hidrômetros.
O prejuízo já soma mais de R$ 23 mil apenas com a reposição dos equipamentos — cada unidade custa R$ 121,17 — sem considerar os custos com mão de obra para reinstalação.
Mesmo com a adoção de modelos mais modernos, que utilizam plástico na parte superior, o problema persiste. Isso porque a base metálica continua sendo o principal alvo dos criminosos, já que pode ser facilmente revendida após derretimento.
Diante do avanço desse tipo de crime, a orientação é que moradores adotem medidas simples de proteção. A instalação de grades com cadeado nos hidrômetros é uma das alternativas recomendadas, pois permite a leitura do consumo sem facilitar a ação de furtos.




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