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Maringá,01/05/2026

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Projeto de R$ 24 milhões é rejeitado em Marialva

PMM/Portal Edson Valerio
Projeto de R$ 24 milhões é rejeitado em Marialva Reprodução PMM/

A Prefeitura de Marialva informou que o Projeto de Lei nº 06/2026, que autorizaria a contratação de uma operação de crédito no valor de R$ 24 milhões para investimentos estruturantes no município, foi rejeitado pela Câmara Municipal, mesmo tendo recebido maioria dos votos. Na votação realizada nesta segunda-feira (06), a proposta obteve 5 votos favoráveis e 4 contrários. No entanto, conforme prevê a Lei Orgânica do Município, eram necessários ao menos seis votos para a aprovação da matéria.
Votaram a favor os vereadores: Miro do Cartório, Paulinho da Prefeitura, Toninho Raspa, Graziela Scaliante e Marcos Fragal.
Já os votos contrários foram dos vereadores: Sheila Gabarron, Fabinho Auto Elétrica, Nathalia Simmer e Rafael Poly.
A sessão contou novamente com a participação de moradores, principalmente do Jardim Planalto, que defendem a aprovação do projeto diante da urgência de obras de esgotamento sanitário na região.
O que previa o projeto
De acordo com o texto enviado pelo Executivo — assinado pela prefeita Flávia Cheroni da Silva Brita — o município poderia contratar até R$ 24 milhões junto à Agência de Fomento do Paraná para financiar obras e melhorias em diversas áreas .
Entre os principais investimentos previstos estavam:
※ Obras de esgotamento sanitário, com prioridade para o Jardim Planalto;
※ Aquisição de terrenos para habitação e ampliação de espaços públicos;
※ Pavimentação e recapeamento de vias urbanas;
※ Construção do Centro de Convivência do Idoso;
※ Reforma da Escola Municipal Lucas Machado de Paula;
※ Revitalização de praças, como a do Jardim Custódio;
※ Melhorias em estádios, ginásios e espaços esportivos;
※ Aquisição de equipamentos e veículos;
※ Implantação de projetos como Meu Campinho e parCão .
Posicionamento da Prefeitura
Em nota, a Prefeitura lamentou a não aprovação do projeto, destacando que a proposta garantiria contrapartidas importantes para obras em parceria com o Governo do Estado. O Executivo também ressaltou que apresentou mais de 15 anexos com informações técnicas, comprovando a saúde financeira do município e a viabilidade da operação de crédito. Segundo a administração, a decisão da Câmara acaba adiando investimentos considerados essenciais e aguardados há anos pela população.




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