Pais denunciam sujeita na comida de colégio do estado.
Segundo relatos, estudantes teriam encontrado pombos dentro das cubas da cozinha e larvas na alimentação servida aos alunos.
Reprodução De acordo com uma mãe de estudante, os próprios alunos registraram imagens para comprovar o que estaria acontecendo no local. “Nas cubas da cozinha da Guarda Mirim tá tendo pombos e no meio da alimentação tá tendo larvas. Os alunos tiraram foto para mostrar os pombos ali. Segundo o que soube, tem crianças passando mal já. Dando vomito, dando diarreia, dando febre”, contou a mãe de um dos alunos, que pediu para não ser identificada.
A denúncia levanta preocupação entre familiares, principalmente após relatos de que alguns estudantes teriam apresentado sintomas como vômito, diarreia e febre, conforme o relato da mãe.
Secretaria de Educação acionada
Procurada, a Secretaria da Educação do Paraná (Seed-PR) informou que, diante do ocorrido nesta terça-feira (11) no Colégio Estadual Guarda Mirim do Paraná, nutricionistas do Instituto Paranaense de Desenvolvimento Educacional (Fundepar) já estão na unidade escolar acompanhando a situação e orientando os procedimentos necessários.
De acordo com o Núcleo Regional de Educação, serão reforçadas as medidas de higiene e organização no refeitório. Entre as providências já definidas estão a substituição da porta de acesso ao local por uma porta do tipo vai-e-vem (porta basculante de retorno automático), a instalação de telas nas janelas e o reforço no controle de acesso, que passará a ser supervisionado por um funcionário da escola.
Conforme a Seed-PR, assim que a equipe foi informada sobre o incidente, todos os alimentos que estavam expostos foram imediatamente descartados e as superfícies do ambiente passaram por higienização completa, prezando pela saúde e pela segurança dos estudantes.
“A Seed-PR reforça que se trata de um fato isolado e que a alimentação escolar segue protocolos rigorosos de preparo, armazenamento e distribuição. Todas as medidas necessárias estão sendo adotadas para garantir a segurança alimentar e a qualidade do atendimento aos alunos.
A Secretaria também destaca que as escolas da rede estadual recebem recursos por meio do Fundo Rotativo, destinados ao atendimento de demandas específicas de manutenção e adequações na infraestrutura, possibilitando respostas rápidas a necessidades identificadas nas unidades escolares”, conclui a nota.
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