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Maringá,27/02/2026

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Condenado por homicídio é preso após cerco policial em Apucarana

Homem tentou fugir pulando coberturas de casas vizinhas na cidade

TNONLINE/Portal EdsonValerio
Condenado por homicídio é preso após cerco policial em Apucarana Foto: Divulgação PM

Uma operação integrada entre a Polícia Militar (PM) e o setor de inteligência resultou na captura de um foragido do sistema prisional no Núcleo Habitacional Osmar Guaraci Freire, em Apucarana. O homem, de 33 anos, já havia escapado de abordagens policiais em Ângulo e Arapongas, e tentou fugir novamente ao perceber a chegada das equipes à residência onde estava escondido. De acordo com a Polícia Militar, o suspeito subiu no telhado e tentou se deslocar pelas coberturas das casas vizinhas, mas o local já estava cercado. Ele foi detido sem ferimentos e contra ele havia três mandados de prisão em aberto, incluindo ordem de recaptura.
O homem foi encaminhado à Cadeia Pública de Apucarana sob escolta reforçada, para evitar nova tentativa de evasão.
Segundo informações repassadas pela PM, o foragido foi condenado por homicídio em um caso ocorrido em 2020 que teve grande repercussão.
Na ocasião, ele dirigia embriagado e se envolveu em um acidente que matou um pai e sua filha de um ano de idade.
A mãe das crianças ficou internada em estado grave e outro filho do casal sofreu fratura na perna. Após a condenação, o homem fugiu da Cadeia Pública de Apucarana e passou a ser procurado.
A inteligência policial localizou seu paradeiro inicialmente em Ângulo, onde ele voltou a escapar após provocar outro acidente e abandonar o veículo.
No carro estavam a esposa, grávida, e crianças. Posteriormente, ele foi identificado em Arapongas, mas novamente conseguiu fugir. Na ação desta quinta-feira (26), as equipes cercaram o imóvel e pediram que o suspeito se entregasse. Diante da recusa, ele tentou escapar pulando muros e subindo nos telhados, mas acabou capturado.
Ainda conforme a PM, o condenado informou ter recebido pena de 29 anos de prisão pelo crime de homicídio. “É uma resposta à sociedade e à família das vítimas. A prisão não repara a perda, mas representa o cumprimento da justiça”, afirmou o cabo Tom Pacheco. O homem permanece à disposição do Poder Judiciário.




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