158 milhões escolhem novos representantes políticos.

Primeiro turno acontece neste domingo; Paraná é o quinto maior colégio eleitoral do país e resultados começam a ser divulgados após as 17h

TRE/TSE/edsonvalerio.com.br
158 milhões escolhem novos representantes políticos. Reprodução

O Brasil chega neste domingo (4) ao primeiro turno das Eleições Gerais de 2026 com 158.745.463 eleitoras e eleitores aptos a votar.

São mais de 136,5 milhões de pessoas para quem o voto é obrigatório e aproximadamente 22,2 milhões com voto facultativo.

No Paraná, 8.609.026 eleitores podem comparecer às urnas. O estado ocupa neste ano a posição de quinto maior colégio eleitoral do país.

Maringá reúne 301.817 eleitores e aparece como o terceiro maior eleitorado paranaense, atrás apenas de Curitiba e Londrina.

Seis escolhas até confirmar o voto

Diferentemente de uma eleição municipal, o eleitor encontrará neste domingo seis etapas na urna eletrônica.

A ordem será:

Deputado federal — 4 dígitos

Deputado estadual ou distrital — 5 dígitos

Senador — primeira vaga — 3 dígitos

Senador — segunda vaga — 3 dígitos

Governador — 2 dígitos

Presidente da República — 2 dígitos

Neste ano, cada estado e o Distrito Federal elegem dois senadores, porque estarão em disputa dois terços das 81 cadeiras do Senado.

Maringá tem mais de 300 mil eleitores

Dos mais de 8,6 milhões de paranaenses aptos, 301.817 estão em Maringá.
Curitiba lidera no Estado, com 1.410.995 eleitores, seguida por Londrina, com 393.986.
Depois aparece Maringá.
No Paraná, cerca de 1,12 milhão de pessoas têm voto facultativo, aproximadamente 13% do eleitorado estadual.

Paraná entrou entre os cinco maiores colégios eleitorais

São Paulo permanece na liderança nacional, com 34.104.226 eleitores.
Na sequência aparecem:
Minas Gerais — 16.377.659
Rio de Janeiro — 12.857.000
Bahia — 11.321.005
Paraná — 8.609.026
Somados, esses cinco estados concentram 83,2 milhões de eleitores, ou pouco mais de 52% de todo o eleitorado brasileiro.

No Paraná e nos demais locais que seguem o horário de Brasília, a votação acontece das 8h às 17h.

Quem estiver na fila às 17h continuará tendo direito de votar.
Nos estados com fusos diferentes, os horários locais foram adaptados para que a eleição siga simultaneamente a referência de Brasília.
Em Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Rondônia e Roraima, por exemplo, a votação começa às 7h no horário local.
No Acre e em parte do Amazonas, começou às 6h.
Já em Fernando de Noronha, onde o relógio está uma hora à frente de Brasília, as urnas abrem às 9h no horário local.

Resultados começam a aparecer depois das 17h

Com a votação sincronizada pelo horário de Brasília, a Justiça Eleitoral poderá começar a divulgar os resultados a partir das 17h.

Depois do encerramento de cada seção, a urna imprime o boletim com a votação registrada naquele equipamento.

Os dados são posteriormente transmitidos e incorporados à totalização da Justiça Eleitoral.

Mais de 136 milhões têm voto obrigatório

O cadastro eleitoral aponta 136.541.551 eleitores com voto obrigatório.
Outros 22.203.912 estão na condição de voto facultativo.
O voto é obrigatório, em regra, para brasileiros alfabetizados com idade entre 18 e 69 anos.
É facultativo para jovens de 16 e 17 anos, pessoas com 70 anos ou mais e analfabetos.

Número de jovens caiu em relação a 2022

O país tem 3.571.159 eleitores com até 18 anos, o equivalente a 2,25% do total.
Nas eleições gerais de 2022 eram 4.177.627 nessa faixa.
A redução foi de pouco mais de 606 mil registros, ou 14,5%.
O Nordeste concentra o maior número de jovens nessa faixa etária, com mais de 1,3 milhão.

Quase 1 milhão vota fora do Brasil

A eleição brasileira também atravessa fronteiras.
Neste ano, 918.876 brasileiros residentes no exterior estão aptos a votar, crescimento de quase 32% em relação a 2022.
Quem possui domicílio eleitoral fora do Brasil vota exclusivamente para presidente e vice-presidente da República.
Os Estados Unidos concentram o maior contingente de eleitores brasileiros no exterior, enquanto Portugal aparece entre os principais polos.

Lisboa virou maior colégio eleitoral fora do país

Entre as cidades, Lisboa se tornou o maior colégio eleitoral brasileiro no exterior.
São aproximadamente 78,8 mil eleitores registrados na capital portuguesa.
O Porto, também em Portugal, reúne aproximadamente 47,7 mil.
A votação no exterior segue o horário local de cada país. Por causa dos fusos, brasileiros na Nova Zelândia e na Austrália foram alguns dos primeiros a votar enquanto ainda era sábado no Brasil.
Em Portugal e outros países da Europa, as urnas abriram neste domingo pela manhã, no horário local. Quando os brasileiros ainda dormiam, os que moram na Europa já estavam votando.

Documento com foto é suficiente

O eleitor não precisa apresentar obrigatoriamente o título em papel.

Pode votar apresentando documento oficial com fotografia, incluindo RG, CNH, passaporte, carteira profissional reconhecida por lei, certificado de reservista ou carteira de trabalho física.

O e-Título também pode ser usado como identificação quando apresenta a fotografia do eleitor.

Celular não entra na cabine

O telefone pode ser utilizado antes da votação, inclusive para apresentar o e-Título.

Mas deve permanecer fora da cabine.
Celulares, câmeras e outros equipamentos capazes de registrar imagens não podem acompanhar o eleitor até a urna.
A tradicional colinha com os números dos candidatos pode ser levada, desde que em papel.




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