Lula e Flávio Bolsonaro empatam em rejeição.

São 46% que afirmam que não votariam em Flávio, enquanto outros 46% dizem o mesmo sobre Lula.

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Lula e Flávio Bolsonaro empatam em rejeição. O presidente Lula e o senador Flávio Bolsonaro — Foto: Arquivo O GLOBO

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL) empataram nos maiores índices de rejeição entre os candidatos à Presidência, segundo pesquisa Datafolha divulgada nesta sexta-feira (11).
São 46% os eleitores que afirmam que não votariam em Flávio de jeito nenhum, enquanto outros 46% dizem o mesmo sobre Lula.
Na rodada anterior, Flávio era rejeitado por 47% e Lula, por 45%, uma situação de empate técnico. Ambos oscilaram dentro da margem de erro.
Índices de rejeição dos candidatos
O Datafolha perguntou aos eleitores em quem eles não votariam de jeito nenhum no 1º turno.
Os números:

Flávio Bolsonaro (PL): 46% (eram 47%)
Lula (PT): 46% (eram 45%)
Renan Santos (Missão): 17% (eram 15%)
Romeu Zema (Novo): 16% (eram 16%)
Ronaldo Caiado (PSD): 14% (eram 13%)
Rui Costa Pimenta (PCO): 11% (eram 9%)
Escritor Augusto Cury (Avante): 10% (eram 9%)
Edmilson Costa (PCB): 9% (eram 8%)
Samara Martins (UP): 9% (eram 9%)
Clariana Barão (DC): 7% (eram 8%)
Hertz Dias (PSTU): 7% (eram 7%)
Veterinário Wilson Grassi (Democrata): 7% (eram 6%)
Votaria em qualquer um/não rejeita nenhum: 2% (era 1%)
Rejeita todos/não votaria em nenhum: 2% (era 1%)
Não sabe: 3% (eram 3%)

O Datafolha ouviu 2.002 pessoas de 16 anos ou mais entre os dias 8 e 10 de setembro.
A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%. O número de registro no TSE é BR-01833/2026.
O levantamento ocorre após os desdobramentos do caso Master revelarem mais detalhes sobre a ligação entre o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), e Daniel Vorcaro, dono do Banco Master. Em mensagens obtidas pela Polícia Federal (PF), o banqueiro solicitou ajuda ao magistrado para "sensibilizar autoridades" e pediu orientações sobre como deveria proceder poucos dias antes de ser preso. O caso abriu uma crise dentro da Corte entre Moraes e o ministro André Mendonça, que autorizou a quebra do sigilo da investigação.
Enquanto o tema tem sido explorado por presidenciáveis de direita para subir o tom contra o Supremo, Lula tem buscado manter distância do assunto.




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