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Maringá,02/04/2026

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Assassino sorri após matar a ex, em Minas.

Polícia confirma crime premeditado

Larice de Paula e Carlos Carone
Assassino sorri após matar a ex, em Minas. Reprodução Redes Sociais.

O Brasil registra mais um caso de feminicídio. Vitor Caetano Figueiredo, de 22 anos, foi preso e demonstrou uma frieza chocante após assassinar a ex-namorada, Mirelly Cristina da Silva, de 21 anos, com mais de 20 facadas na manhã desta quinta-feira (11) em Itaúna (MG).
Imagens mostram o suspeito chegando à delegacia com semblante sereno. O delegado João Marcos do Amaral Ferreira descreveu o investigado como "frio", relatando que Vitor disse não se lembrar quantos golpes desferiu e "chegou a sorrir de canto de boca durante o depoimento".
Segundo a Polícia Civil, o crime foi premeditado. O relacionamento havia terminado em março, mas Vitor monitorava a rotina da jovem e frequentava a cidade de Itaúna.
O estopim, confessou o criminoso, foi quando soube que Mirelly tinha um novo namorado.
A frieza do ataque é confirmada pela cronologia dos fatos:
Preparo: Vitor admitiu ter comprado uma faca de churrasco na segunda-feira (8/12).
Emboscada: Viajou de Belo Horizonte para Itaúna na quarta, chamou um carro por aplicativo e foi direto para a casa da vítima, onde a esperou escondido no muro ao lado do portão.
Execução: Câmeras de segurança registraram o momento em que Mirelly foi rendida ao sair de casa e brutalmente esfaqueada.
Após o feminicídio, Vitor fugiu, mas foi capturado horas depois por policiais militares na Rodoviária de Belo Horizonte. O SAMU confirmou a morte de Mirelly no local, devido às múltiplas perfurações.
Desabafo da família e clamor por Justiça
A tragédia chocou a família de Mirelly. Fernanda Francine Eleotério Martins, irmã da vítima, desabafou à Rádio Itatiaia, lembrando que a jovem "nasceu com uma doença rara, lutou pela vida" e "morreu pelas mãos desse ordinário". Segundo a irmã, o namoro havia terminado porque o agressor era "tóxico" e era tratado como filho pela família. Fernanda Francine expressou o sentimento de revolta e descrença na Justiça: "Queremos justiça, mas a gente não acredita. É um feminicídio atrás do outro. Eles fazem isso porque sabem que não vai dar em nada."




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