Mata e envia fotos da morta a grupo da igreja.
Raquel havia recusado o pedido de casamento do ex-namorado.
Reprodução A crueldade do crime cometido por João Carlos Rodrigues de Lima, de 21 anos, chocou ainda mais a população do município de Itararé (SP) quando a Polícia Civil revelou que, após matar a ex-namorada, ele fotografou o corpo da jovem e enviou a imagem para um grupo de WhatsApp da igreja da qual fazia parte.
O gesto evidenciou a frieza do agressor minutos depois do ataque brutal, ocorrido nessa quinta-feira (27/11). A vítima, Raquel de Oliveira Lima, havia recusado o pedido de casamento de Lima, ex-namorado. Uma decisão que, segundo a polícia, ele não aceitava. João Carlos já havia ameaçado matá-la, caso ela não concordasse com a união. Na tarde do crime, a ameaça se concretizou diante do filho de Raquel, testemunha indefesa da violência que abalou toda a comunidade.
Câmeras de segurança registraram o momento em que Raquel foi atacada aa facadas na rua. Logo após, as imagens mostram João Carlos parado ao lado do corpo, manuseando o celular.
Prisão preventiva - Preso pouco depois, o agressor confessou o crime. A prisão temporária foi convertida em preventiva na sexta-feira (28), e ele permanece detido em Itararé.
O ruim é saber que após ser condenado, em poucos anos, ele irá ganhar a liberdade, como tantos outros assassinos. Passou da hora, das leis brasileiras serem mais duras com assassinos confessos, e deixá-los atrás das grades pelo resto da vida.
O corpo de Raquel foi velado na Santa Casa e o sepultamento aconteceu nesta manhã de sábado (29/11), no cemitério municipal. A cidade segue abalada pela violência extrema e pelo comportamento perturbador do autor do feminicídio.
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