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Maringá,25/02/2026

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Mensagem de cada DIA!

O limite da palavra

Reprodução/Autor
O limite da palavra

Que seja um dia especial e de muitas alegrias... Quem faz a diferença somos nós, através da nossa disposição e entusiasmo... Com Deus no coração a felicidade não toma distância... Feliz dia!
“Sabemos que chegamos ao limite quando não queremos dizer mais nada.” (@aquelasffrases).

Em alguns momentos, realmente não queremos dizer mais nada. Tenho silenciado em determinadas situações e o resultado se faz presente quase que imediatamente.
Acontece que vamos acumulando e suportando até que, num momento qualquer, decidimos silenciar. Chegar ao limite não acontece de repente.
É um acúmulo de tentativas, explicações repetidas, esforços que não encontraram escuta. Aos poucos, a palavra perde o brilho, o argumento se torna inútil, e o coração prefere o recolhimento ao desgaste.
Esse silêncio não nasce da indiferença, mas da saturação.
Há momentos em que falar já não constrói, apenas prolonga um cansaço que pede pausa. Reconhecer esse ponto é sinal de consciência, não de fraqueza.
O ser humano não foi feito para suportar indefinidamente aquilo que fere sua dignidade ou ignora seus sentimentos. Quando a vontade de explicar se esgota, algo dentro pede cuidado.
Deus compreende esses limites mais do que qualquer discurso.
Ele conhece o que foi tentado, o que foi suportado, o que foi silenciado por amor ou por esperança.
Há uma sabedoria silenciosa em saber recuar, em escolher a paz interior em vez de debates intermináveis.
Nem toda batalha precisa ser vencida, algumas precisam apenas ser encerradas.
O limite não é derrota, é proteção da própria integridade.
O coração amadurece quando aprende a distinguir persistência de desgaste inútil.
Permanecer onde não há diálogo verdadeiro pode adoecer o espírito.
Por isso, há momentos em que o silêncio se torna forma de respeito consigo mesmo.
Não é abandono do outro, é preservação da própria saúde interior.
Deus não exige que alguém se perca para provar fidelidade. Ele deseja inteireza, não exaustão.
Ao aceitar o próprio limite, a alma encontra espaço para reorganizar forças, para refletir com mais clareza, para decidir com serenidade.
O silêncio, então, deixa de ser peso e se transforma em abrigo.
Nele, o coração recupera a dignidade de não precisar convencer a qualquer custo.
E ao reconhecer que já fez o possível, encontra paz na escolha de guardar suas palavras, confiando que o que precisava ser dito já foi entregue.

Bênção! Paz & Bem! Santa Alegria! Abraço!



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