Investigado por tentativa de estupro é preso.
Procurado em Maringá por três mandados, suspeito de violência doméstica é localizado em sítio de Uberaba
PMMG/Andre Almenara/ Procurado pela Justiça e investigado por crimes cometidos em Maringá, Nilson da Silva, de 51 anos, foi preso em uma operação integrada das forças de segurança em Uberaba, Minas Gerais.
Conhecido pelos apelidos de “Zangão Preto”, “Simintinha de Bucha” e “Bola”, ele foi localizado em um sítio no Distrito Industrial III da cidade mineira.
A prisão foi resultado de uma ação conjunta da Delegacia da Mulher de Maringá, da Polícia Militar de Minas Gerais e da Polícia Federal.
Investigado teria ameaçado ex-companheira
Nilson era investigado em um inquérito instaurado pela Delegacia da Mulher de Maringá para apurar crimes de ameaça e tentativa de estupro.
Conforme as informações policiais, ele teria feito ameaças reiteradas por telefone contra a ex-companheira. Os elementos reunidos durante a investigação levaram à expedição de uma das ordens de prisão.
Suspeito usava identidade do irmão gêmeo
No decorrer das diligências, os investigadores descobriram que Nilson utilizaria os dados pessoais do irmão gêmeo para esconder sua verdadeira identidade e dificultar o cumprimento das determinações judiciais.
A estratégia teria sido repetida durante a abordagem em Uberaba. Segundo a polícia, o homem apresentou aos agentes o nome do irmão. Após uma verificação detalhada nos sistemas de inteligência, as equipes confirmaram a identidade do suspeito e constataram a existência das ordens judiciais em aberto.
Três mandados de prisão estavam em aberto
Contra Nilson havia três mandados de prisão. Um deles foi expedido pelo Juizado de Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher de Maringá, relacionado à investigação conduzida pela Polícia Civil do Paraná. As outras duas ordens foram emitidas pela Vara de Execuções Criminais e pela 1ª Vara Criminal de Uberaba.
Com a captura, o homem já está à disposição da Justiça. A Polícia Civil informou que a prisão encerra o período em que ele permaneceu foragido e, conforme a investigação, utilizava uma identidade falsa para evitar a localização.
Casos de violência contra a mulher podem ser denunciados pelo 180.
Em situações de emergência, a orientação é acionar a Polícia Militar pelo 190. Informações também podem ser repassadas pelos telefones 181 e 197. A Polícia Civil do Paraná também disponibiliza o registro de ocorrência pela internet.
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