Ocorrência em unidade de saúde leva à prisão por medida protetiva
Caso com falso relato de morte de criança leva à prisão de homem monitorado em Maringá
GCM/ Uma situação inicialmente tratada como tumulto em uma unidade de saúde terminou com a prisão de um homem por descumprimento de medida protetiva, na noite de quarta-feira (6), em Maringá. A ocorrência teve início após um chamado ao Centro de Controle Integrado (CCI), que indicava confusão envolvendo uma mulher, na unidade da Avenida Sônia Guerra Nogaroli, na Zona 08.
No local, a mulher afirmou que estava ali para retirar o corpo do filho recém-falecido, versão que chamou a atenção da equipe. Após verificação no sistema hospitalar, os agentes constataram que não havia qualquer registro de internação ou óbito relacionado à criança.
Colegas de trabalho, que foram até o local para prestar apoio, relataram que a mulher vinha, há dias, dizendo que o filho estava internado e chegou a pedir ajuda financeira para um suposto velório. Diante da abordagem, ela recuou e afirmou que o filho estava bem, demonstrando intenção de deixar o local e evitar contato com os conhecidos.
Preocupada com a situação, a equipe acompanhou a mulher até a residência dela e no endereço, havia uma equipe do Conselho Tutelar.
No apartamento, foram encontradas duas crianças sozinhas:
um bebê de 1 ano e 4 meses
uma adolescente de 14 anos
Durante o atendimento, moradores informaram aos guardas que um homem havia fugido para andares superiores quando viu a chegada das viaturas. Após buscas, a Guarda Civil Municipal localizou o suspeito escondido em um apartamento vazio.
Medida protetiva estava sendo descumprida
Na identificação, os agentes constataram que o homem utilizava tornozeleira eletrônica e havia uma medida protetiva de urgência ativa em favor da mulher, que relatou estar sendo ameaçada de morte e mais o suspeito possui antecedente por homicídio.
Encaminhamento à delegacia - Diante da violação da medida judicial e das ameaças relatadas, o homem foi preso e encaminhado, junto com a mulher, à Delegacia de Polícia Civil de Maringá para os procedimentos cabíveis.
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