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Maringá,03/04/2026

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Nesta segunda-feira, um ato pela vida.

Encontro marca 6 anos de impunidade e clama pelo fim do feminicídio

D,Poltronieri/PortalEdsonValerio
Nesta segunda-feira, um ato pela vida. Reprodução

Amanhã, 26 de janeiro, a cidade de Maringá se une em um manifesto de memória e resistência. O Ato pela Vida, organizado pela família da bailarina Maria Glória Poltronieri Borges, a Magó, acontece a partir das 9h, na praça em frente ao Teatro Reviver Magó.
O encontro marca os seis anos desde que a jovem foi vítima de um crime brutal, em 2020, cujo responsável ainda não foi levado a julgamento.
Daisa Poltronieri, mãe de Magó, destaca que o evento contará com a presença de artistas locais que, através da música e da poesia, reforçarão o pedido por um julgamento exemplar e célere.
"A família aguarda e espera por justiça", afirma Daisa, lembrando que a luta de Magó se tornou um símbolo contra a violência de gênero no Paraná.

O caso de Magó não é um fato isolado, mas parte de uma estatística devastadora que assola o país.
Dados oficiais indicam que o Brasil fechou o ano de 2025 com um recorde histórico: pelo menos 1.470 mulheres foram assassinadas por razões de gênero, o que representa uma média de quatro mortes por dia. Além dos óbitos consumados, o número de tentativas de feminicídio também cresceu drasticamente. Em 2025, foram registradas 3.702 tentativas, uma média superior a 10 casos diários em todo o território nacional. Ao longo da última década, mais de 13.400 mulheres perderam a vida devido ao feminicídio no Brasil. O ato desta segunda-feira busca não apenas honrar a memória da bailarina, mas também exigir que o sistema de justiça brasileiro responda com rigor e agilidade a esses crimes que continuam destruindo famílias diariamente.




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