BYD Dolphin Mini terceiro carro mais vendido de setembro
Mercado brasileiro registra crescimento de 14,5% em setembro ante o mesmo período do ano passado
BYD Dolphin Mini 2026 (Fernando Pires/Quatro Rodas) O BYD Dolphin Mini, mês a mês, vem galgando posições no ranking de vendas do mercado brasileiro.
Em agosto, o hatch elétrico fechou o mês na quinta posição com 8.299 unidades.
Em setembro, o modelo vendeu 9.385 unidades, o que lhe rendeu a terceira colocação na lista geral. Ele ficou abaixo apenas da Fiat Strada (16.000) e do VW Polo (11.095), consolidados nas primeiras colocações.
Por outro lado, o Geely EX2, que vinha frequentando o top 15 nos meses anteriores, saiu da lista.
Os SUVs mais vendidos em setembro são da Volkswagen, T-Cross e Tera, com 9.339 e 8.725 unidades, respectivamente. Destaque também para o Fiat Pulse (7.150), que deu um salto no ranking geral ao ir da 19ª colocação (4.775) para a sétima (7.150). GWM Haval H6 é outro SUV que merece atenção e aparece na nona colocação geral, com 6.433 unidades vendidas.
O levantamento foi feito pela Bright Consulting.
Veja os 15 carros mais vendidos em setembro de 2026:
Marcas
Em relação às marcas, destaque para a Fiat, que cresceu 1,2 ponto percentual em participação de mercado, ampliando sua liderança para 19,8%. Caoa Chery (+0,6 p.p.), Renault (+0,6 p.p.) e Jeep (+0,5 p.p.) apresentaram alta na fatia de mercado no período.
Contudo, as chinesas BYD e Geely registraram queda durante o nono mês do ano, com reduções de 1,2 e 1,1 p.p., nesta ordem.
Fiat Strada Ranch liderou nas v endas (Divulgação/Fiat)
15 marcas que mais venderam em setembro de 2026: 
Emplacamentos de setembro
O mercado brasileiro registrou 265.275 emplacamentos em setembro de 2026, o que representa um crescimento de 1,6% sobre agosto (261.204) e avanço de 14,5% sobre setembro de 2025 (231.625).
No acumulado do ano, o setor chega a 2.148.732 unidades - 18,7% acima do mesmo período de 2025 (1.809.805).
A Bright Consulting destaca o avanço acelerado das vendas de modelos eletrificados, que representaram 22,9% do mercado em setembro, assim como a participação das marcas chinesas, em 21,4%.
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