Sindicato cobra avanços no Magistério
SISMMAR também reivindicou melhores EPIs, em reunião com a SEDUC
Reprodução Sissmar/ Representantes do SISMMAR (Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Maringá) reuniram-se nesta semana com a Secretaria de Educação (SEDUC) para discutir pautas urgentes que afetam cuidadoras, auxiliares educacionais e de creche.
No debate, estão o reconhecimento da atividade pedagógica e a segurança biológica das profissionais.
O sindicato reforçou a necessidade de aplicar a Lei Federal que defende a inclusão de quem atua na Educação Infantil na carreira do Magistério.
O argumento central é que a natureza do trabalho realizado por auxiliares e cuidadoras é pedagógica e não meramente de cuidado.
O SISMMAR cobra celeridade nos estudos de revisão do Plano de Cargos, Carreira e Remuneração (PCCR) para garantir o enquadramento correto.
Riscos Biológicos e Falta de Materiais
Outra denúncia grave levada à SEDUC envolve a qualidade e a escassez de Equipamentos de Proteção Individual (EPIs), como luvas, além de materiais de higiene.
As profissionais lidam diariamente com secreções biológicas e trocas de fraldas, ficando expostas a riscos à saúde. O sindicato orientou que as direções de escolas formalizem a falta de insumos para que as medidas legais e administrativas sejam tomadas contra os fornecedores.
O Sindicato dos Servidores também reiterou a cobrança pelo adicional de insalubridade, negado pela SEGEP no final de 2025 sem vistorias técnicas. O sindicato já possui uma ação judicial em tramitação desde 2024 para garantir esse direito baseado na exposição contínua a agentes biológicos.
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